Outubro 28, 2022

Mais de mil sem-abrigo com ‘housing first’ e casas partilhadas

Governo diz que tem procurado criar situações de resposta para situações de transição e outras de resposta de emergência social.

Mais de mil pessoas sem-abrigo foram abrangidas no último ano por medidas como apartamentos partilhados ou ‘housing first‘, anunciou a ministra da Solidariedade, acrescentando que o Governo tem “vários projetos” relativos à bolsa de alojamento urgente.

“Neste momento, já temos vários projetos relativamente à Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, que é aliás um programa financiado pelo PRR [Plano de Recuperação e Resiliência], relativamente ao qual tivemos várias candidaturas, precisamente para criar espaços de emergência em situações especiais, quando é preciso encontrar uma solução de urgência de resposta para alojamento”, disse a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, à margem do Encontro Nacional da ENIPSSA — Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo.

Segundo a ministra, o Governo tem procurado “criar situações de resposta através de modelos de ‘housing first’, de apartamentos partilhados, para uma situação já de transição, e também de centros de resposta de emergência social” para pessoas em situação de sem-abrigo.

Ana Mendes Godinho adiantou que, no último ano, “mais de mil pessoas” foram abrangidas “por apartamentos partilhados e ‘housing first'”, medidas que serão para continuar.

Segundo o Governo, as soluções ‘Housing First‘ e Apartamentos Partilhados pretendem promover o acesso a habitação para pessoas em situação de sem-abrigo, financiando equipas técnicas de suporte e acompanhamento em resposta habitacional, numa abordagem personalizada que promova a sua autonomia e inserção social.

O objetivo é “aumentar esta capacidade de resposta, porque é fundamental para as pessoas em situação de sem-abrigo garantir desde logo a capacidade de terem uma casa”, o que significa um “primeiro passo” para garantir a integração.

“Com as respostas que temos, procuramos que sejam acompanhados por uma equipa multidisciplinar, que tem desde a dimensão do acompanhamento psicológico, a acompanhamento na capacitação para reintegração no mercado de trabalho”, assegurou Ana Mendes Godinho.

A governante salientou que o objetivo é que seja “uma resposta integrada” e que “não sejam respostas meramente assistencialistas nem caritativas, sejam mesmo respostas que permitam uma integração real das pessoas”.

Quero ajudar

Vivemos num mundo repleto de desafios e desigualdades sociais. As pessoas em situação de sem-abrigo são uma parte vulnerável da nossa sociedade. Ajudar a melhorar as suas vidas é uma missão nobre e urgente. Junte-se a nós nesta missão.

Fazer Donativo

Quero Agir

Ser voluntário é dar uma ajuda aos que mais precisam, um apoio vital quando tudo o resto falhou, uma esperança de que se pode dar a volta e fazer com que a população em situação de sem-abrigo fique mais perto da reinserção e de sair da rua.

Torne-se Voluntário

Os nossos parceiros

Contactos
  • Morada: Rua Dr. Álvaro de Castro, N.º 63, 65 e 67 1600-058 Lisboa

    Telefone: +351 217 269 286

    Email: info@casa-apoioaosemabrigo.org